Brasilia

Estados alertam população sobre “Golpe da Vacina”

Criminosos usam vacina contra Covid-19 como isca para diversos golpes que incluem roubo de dados e venda fraudulenta da vacina através de sites e mensagens de celular

No Distrito Federal, bandidos se aproveitam do início da imunização contra a Covid-19 no DF, enganando cidadãos e cidadãs por meio do golpe do falso agendamento para vacinação. Ciente do risco, a Secretaria de Saúde do DF (SES) e o Ministério da Saúde emitiram um alerta sobre a fraude.

A vítima recebe uma ligação oferecendo um falso agendamento para a imunização do novo coronavírus. Os golpistas então solicitam dados pessoais e enviam por SMS um código ou um link de confirmação para o celular, pedindo para que a pessoa informe os números enviados ou clique no link. Caso a vítima faça alguma das ações, os golpistas conseguem clonar o aplicativo de mensagens ou acessar dados sigilosos do celular.

“Quem estiver na lista de prioridade, deve apenas procurar uma unidade de saúde portando documento de identificação com foto e número do CPF, pois o cadastramento será feito in loco”, explica o secretário-adjunto de Assistência à Saúde substituto, Alexandre Garcia. “Não é o cidadão que irá fazer o cadastro, é a Secretaria de Saúde. Não acredite em golpistas”.

O Governo de Goiás começou imunização dos cidadãos goianos na segunda-feira (18/01) após a aprovação do uso vacinas CoronaVac e AstraZeneca pela a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O fato lança luz à comercialização ilegal de vacinas contra o coronavírus. Incentivados pela falsa sensação de anonimato, golpistas têm usado do comércio on-line para ofertar os imunizantes piratas.

De acordo com o artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor, a proteção da vida e da saúde são direitos básicos do consumidor. Portanto, cabe aos órgãos de proteção de defesa do consumidor alertar e coibir o crescimento deste comércio.

É valido reforçar que não há previsão para que seja efetuada a venda das vacinas por clínicas particulares e ou farmácias.

“Compreendemos que há um anseio da população pela vacina, mas alertamos aos goianos que não é possível rastrear a origem e tampouco confirmar a qualidade e autenticidade destes produtos vendidos em sites e feiras livres. Por isso pedimos às pessoas que não comprem as ‘vacinas’ que estão sendo ofertada de forma clandestina”, destaca Allen Viana, superintendente do Procon Goiás.

“Muitas vezes o objetivo final deste golpe não é a venda da vacina, mas encontrar um meio para a captação dos dados bancários das pessoas e assim aplicar outros golpes”, finaliza.

DENUNCIE
DISTRITO FEDERAL: 197 ou 3207-4892; WhatsApp: (61) 98626-1197
GOIÁS:  Disque Denúncia Procon: 151

Categorias:Brasilia, Goiás, Noticias, Saúde

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